Sodomizada pelo amante da tia

Sacha estava com quatorze aninhos quando foi plenamente deflorada sexualmente. Ela era excepcionalmente bela pelo exotismo de sua alvíssima pele e sardenta, cabelos ruivos como cobre e cintilantes olhos azul-esverdeados. Seus seios ainda não estavam desenvolvidos de todo, mas seus mamilos estavam saborosos sendo chupados pela boca de um jovem professor que conhecera apenas meia-hora antes!

Sacha nascera no Brasil, de pais brasileiros mas de origem portuguesa. Com cinco anos, sua mãe e seu pai foram morar em Paris, na França. Agora eles tinham voltado ao Brasil devido a morte de sua avó, de forte presença matriarcal na família.

Ela entendia perfeitamente o português, mas o falava com um forte sotaque luso-franco que a fazia perder a paciência, pois os brasileiros pouco a entendia.

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Meu sogro me enlouquece

Meu marido Hanz não tolerou a indiscrição de meu amante Ezequiel. Ele foi reclamar seu direito a criança de quem eu daria luz dentro de sete meses. Zeke era nosso funcionário e meu amante, com a sutil permissão de meu marido, que só foi saber que era ele por ocasião da indiscrição já citada.
Hanz fez chantagem usando um suposto passado sombrio de Zeke. Foi acertado uma transferência e carta de recomendação para um novo emprego no Rio de Janeiro.
Hanz tinha quase dois metros de altura e estava acima do peso e além disso tudo tinha o pênis pequeninho e ejaculação precoce. Ele era o pastor luterano de toda congregação ao sul do Brasil.

 

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Presente de casamento

Bom, meu nome e “Sr A” sou casado a um ano com a “Sra A”.Tenho 31 anos 1.70 de altura, minha rola tem 19 x 5 cm.Ela tem 28 anos, peitos fartos e uma bundinha tamanho médio.
Desde de antes de casarmos eu vivia querendo comer seu cuzinho gostoso, mas ela falava que só ia liberar após o casamento.Mesmo depois de casarmos ela vivia me enrolando e não liberava o cuzinho.
Fizemos um ano de casado, e resolvermos ir comemorar em uma pousada, somente ela e eu.E ela novamente me prometeu que iria liberar o cuzinho na pousada, como presente de aniversário de casamento.
Pois bem, chegamos na pousada na sexta-feira a tarde, e já fomos tomar um banho de banheira e fazermos sexo, e eu tentando comer aquele cuzinho, mas ela ainda estava negando.Transamos duas vezes na sexta feira.

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Fazendo à Casada e Evangélica se transformar em Submissa!!!

Sou casado há vários anos, um casamento feliz em todos os sentidos, eu e minha esposa sempre nos entendemos muito bem, e sempre fui uma pessoa caseira, recatada e muito discreta, do tipo da pessoa que mora a muito tempo num local e nem conhece o vizinho do lado.

Tudo começou a mudar quando conheci Débora, uma moça muito bonita de 20 anos, cabelos pretos, lisos e longos, rosto angelical, seios médios, nem magra, nem gorda, na medida, recém-casada, evangélica, tímida e meiga e para completar descobri que havia se mudado para um apartamento que ficava dois andares abaixo do meu, moro no 6º andar.

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Defloramento Anal Incestuoso

Téo estava com quase dezesseis anos e já media um metro e oitenta e cinco. Fazia parte da equipe de natação no colégio e apesar de muito popular, principalmente com as gatinhas, ele era de temperamento discreto, o próprio come-quieto. Sua vida sexual começou por acaso aos doze anos e desde então não passava dois dias sem que ele “papasse” qualquer gatona.

Ele não se importava com idade ou etnia. Bastava que fossem bonitas e gostosonas.
O único problema com Téo é que ele ficava de pau duro só vendo as curvas acentuadas por baixo do vestido até de Nossa senhora.

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As experiencias de Felicia

O Mercedes se aproxima da guarita e o vigilante acena pra Felicia ao mesmo tempo que ela faz um gesto com a cabeça e um sorriso de agradecimento conforme o portão vai abrindo.
Já com o portão da garagem fechado da mansão, Téo sai da parte de trás onde estivera agachado coberto com uma manta preta.

Ali mesmo, antes que Téo se aprume direito, Felicia se agacha e com a boca salivando vai arriando zíper da calça e solta um gritinho quando a latejante rola dele bate de leve em seu rosto.
Como uma esfomeada, ela abocanha a cabeçorra murmurando não sabe o quê. Em segundos o top está molhado da baba que lhe escorre da boca e cai nos seios. Ela passa a cheirar e a cafungar em volta do saco. O odor viril vai lhe excitando cada vez mais.

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Vendo meu pai enrabar minha mulher II

Cátia, minha fiel esposa tinha me traído. E com meu pai!
Eu agora sabia que ela participava também de orgias e swing, como aconteceu nesta noite em que me fingi de bêbado e fui deixado dormindo na nossa suíte enquanto, lá embaixo na sala, ocorreu um tremendo swing, onde meu pai usou minha esposa em troca da irmã do meu chefe!!

Rafer,vice-presidente da empresa em que trabalho era amante da própria irmã Raquel!!
Esta noite havia sido cheia de surpresas. Mais ainda quando descobri, pela primeira vez, há uma semana, minha mulher engolindo a rola de meu pai!!

Agora Cátia está tomando banho, lavando todo sinal de luxuria que exauria de seu corpo. Ela limpa cuidadosamente a vagina e se demora um pouco mais no anus. Eu a vejo através da porta semi aberta do box. Meu tezão é tão grande que chega a doer!!

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Esposinha salvando o emprego do marido

Algo extremamente inolvidável está acontecendo com Lúcia. Já ouvira falar de sexo anal, de dar o cuzinho e outros termos, porém nunca fora induzida a experimentar por Valter e agora, alí, nas mãos de um estranho que tem os dois mais grossos dedos inseridos em seu cuzinho, ela a caminhar pelo caminho sem volta da sodomia. Um novo e estranho prazer, seu subconsciente vai gravando as ondas luxuriosas como faíscas que lhe comandam os neuronios a aceitar a intrusão de um penis em seu canal anal.
O desejo vai se tornando incontrolável ao ponto de Lúcia se odiar por se forçar a não pedir que o sr. Rafer a possua. Esta angustia de querer a satisfação imperiosa do desejo, mas não querer demonstrar, faz Lúcia arfar alto enquanto duas lágrimas saem de seus olhos.

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Nosso Anal

Zanza é minha namorada e minha parceira de trabalho e, quando conseguimos estar juntas aproveitamos o máximo do tempo. Estamos juntas a 16 meses e nesse tempo nos conhecemos tanto que eles parecem 16 anos.
Nesse dia de folga eu planejei muita coisa para nós duas, em especial uma lingerie preta até com fitinha na perna e um acessório para a cabeça que lembra uma índia chic. Acho que ela curtiu. Naquela tarde fomos a um sexy shop, ela nunca tinha ido, nos divertimos até certo ponto, a Zanza é muito tímida, não ficou tão à vontade, mas me ajudou a escolher o plug que tanto eu quanto ela queríamos comprar.

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