As multitraições de Zélia

Zélia e a nora Ana estão no deque de um glamoroso restaurante, entretidas com os respectivos celulares. Cronologicamente Zelia poderia ser mãe de Ana, mas a exuberante figura de Zélia aparentava ser uma irmã um pouco mais velha. Ambas tinham a mesma altura e ambas tinham como característica as polpudas nádegas e cintura esbelta.
Zélia tornou-se loira devido ao aparecimento dos primeiros cabelos grisalhos. Ana tinha cabelos escuros, olhos azuis e seios médios. Em comum, ambas eram adúlteras.

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Ana e o sogro

O jovem casal passeiam pelo exclusivo e caro shopping – center situado dentro do caro e exclusivo condomínio de classe alta. Eles param diante de uma loja de lingerie e o marido aponta para uma peça na vitrine.
– Olha só que camisola linda, meu amor!
– Oh! Sim, é mesmo, Mario querido!
– Vou comprá-la para voce, Ana!
– Mas… amor, eu já tenho tantas… algumas até parecida. Mas, compra sim! Pra presentear a Zélia!
– Minha mãe! Oh, não! A mamãe não tem esse estilo… ela não seria capaz de usar algo assim… tão sexy! Não quero nem pensar mamãe vestida nessa camisola!

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Sogro encobrindo a nora infiel II

Pessoas ricas tendem a serem mais irresponsáveis ao mesmo tempo em que têm grande apreço pela reputação e pela aparência.
Vejamos o caso de Leticia.Mulher lindíssima, ainda na casa dos trinta, aparentando uns dez anos menos, com uma filha no final da adolescência, casada pela segunda vez com o herdeiro de uma indústria editorial.
Quando ainda era casada com o primeiro marido e estava se divorciando, Leticia foi seduzida e sodomizada pela primeira vez pelo namoradinho de sua filha Melissa. Em seguida Téo, o namoradinho, apresentou seu pai Bento a ela e desde então eles se tornaram seus machos de plantão.
O que lhe aumentava ainda mais a lascívia por eles serem pai e filho.

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Sogro encobrindo a nora infiel I

Parece que eu atraio somente homens canalhas, exceto meu marido, é claro.
O curioso é que eles me subjugam no começo, obrigando que eu faça coisas que eu acho nojentas, mas que depois me acostumo e passo a gostar. Foi assim com meus dois amantes e acreditem, são pai e filho.

O lado psicológico é que é um pouco confuso. Não me lembro direito da transição de uma mulher que só conhecia sexo vaginal e raramente sexo oral, para uma insaciável que só fica satisfeita em ser submetida a toda perversão sexual, com muita sodomia e dupla penetração.

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A Amiga da Esposa

Em algum momento eu sabia que isso iria acontecer. Os olhares, os sorrisos, os toques com sentido de malícia… tudo isso me levava a crer que uma hora as coisas sairiam de controle.

Trabalho numa empresa comercial e por conta do trabalho viajo sempre para vários destinos do estado, atendendo clientes, promovendo cursos e palestras. Minha esposa também trabalha na área e como ela está no ramo a mais tempo que eu, a rede de colegas de profissão que ela tem é bem maior que a minha. Na verdade, ela foi a pessoa que trouxe pro ramo.

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Clara e o aluno incestuoso

Clara, apesar do nome, era uma belíssima mulata. Aos quinze anos tinha dado a luz a um robusto bebê. O pai tinha 19 anos quando foi morto numa troca de tiros na favela onde moravam. Uma ONG francesa acolheu Clara e o bebê.
Ela tornou-se bailarina e voltando ao Brasil entrou no corpo de ballet do Teatro Municipal. Seu filho, Artur, formou-se em administrador e em pedagogia. Ele era o diretor de uma conceituada escola há três anos.
Clara tornou-se tutora do corpo de ballet, dando aulas para adolescentes amparados pela mesma ONG francesa.

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Quero engravidar minha tia II

O pai de Francisco era um eminente presidente da congregação evangélica. Sua mãe Liana era a vice-presidente e sócia de seu irmão Mauro na empresa de administração de shopping-centers.

O interessante é que Kiko, apesar de estar no fim da adolescência, era sexualmente experiente e ousado. Embora houvesse um clima opressivo de obediência e moralidade dentro de casa, ele e sua turma do colégio costumavam protagonizar homéricas orgias.
Qualquer menininha dessa turma tinha muito mais experiência sexual do que sua mãe Liana, conforme ele descobriu logo depois.

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O Corno cooperativo I

Leticia e o marido Tony chegam a mansão do pai dele, Sr. Luigi. A cobertura duplex do casal estava com infiltração e decidiram fazer uma reforma geral.
– É claro que voces são e serão sempre benvindos aqui! Mas, Tony, não dá mais pra protelar aquele pepino! Voce tem que ir lá hoje!
– Eu sei, eu sei papai! Já to com a passagem de avião e estou saindo agora!
– Calma! Calma ! Tome um drinque primeiro!
– Não pai, não dá! A Leticia vai arrumar nossas coisas e lhe fará companhia.Tchau! O Castro vai me levar pro aeroporto!

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Amo meu marido e meus machos II

O belo luar do Caribe iluminava o jardim-varanda de nossa suíte onde eu e Tony estávamos sentados, e abraçada por ele. Conversávamos banalidades, mas Tony ainda estava cabreiro com o que aconteceu naquela tarde. Eu fingia escutar, mas estava matutando onde Bento, meu amante viril de quase cinquenta anos, estaria naquele momento.
Tony não sabia explicar o desencontro entre ele e Bento, que teriam que se encontrar no cais para irem a pesca de peixe-espada, acontecido naquela tarde.

Bento tinha combinado com o capitão que assim que Tony pisasse na lancha, que zarpasse imediatamente. Assim aconteceu e eu passei a tarde inteira sendo divinamente sodomizada por Bento, que tinha me seguido até ali, na ilha San Maarten, onde estávamos em Lua de Mel.

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