Depravações de um casamento IV

Junior entra na suite e se dirige ao banheiro pra urinar. Lá ele encontra sua noiva Ylena se banhando.
– Pensei que estavas ajudando a Leilane pra se preparar pro casamento! Outro banho!? Não bastou o de hoje de manhã? O que houve?
– Marcamos pras quinze horas… Eu fui cavalgar e estou um pouco cansada. Vou dar uma cochilada.

O casamento está marcado para as dezessete horas. Será numa antiga fazenda que foi transformada em local de eventos daquela rica região de fazendeiros.
Nesse caso especial, Leilane é filha de um poderoso cacique político local. Entre os convidados estão Ylena e seu pai Yuri, seu noivo Junior e juízes políticos de todas as categorias e os ricos fazendeiros com suas famílias.

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O milionário e a recém casadinha

A bela jovem com seus vinte e poucos aninhos está exultante com a nova descoberta de sua personalidade. Acostumada a aceitar rígidos princípios morais e nunca ceder ao primeiro impulso, Larina estava pra se tornar uma esposa amargurada nesses seus primeiros anos de casamento com Beto.

A vinda por duas semanas de férias neste resorte deu-lhe a chance de conhecer pessoas que lhe mostraram que a discrição acompanhada da luxuria faz a vida mais alegre, além de saudável, não importando se o casamento é bom ou não. O que vale é a pessoa se sentir bem estimada consigo mesma.

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Depravações de um casamento II

Leilane vai casar amanhã, domingo. Hoje será a “despedida de solteira” dela no Chez Ju, um clube só pra mulheres. Seu noivo, Afonso vai fazer sua “despedida” num bar temático ao estilo do Wild West.

Uma das madrinhas de Leilane é Ylena, uma formosíssima jovem de dezenove aninhos, filha de um russo com uma mulata cubana. Ela herdou da mãe o corpo escultural e nádegas avantajadas e seios que não cabem por inteiro na mão de um homem.

Do pai, ela herdou os olhos azuis e as feições nórdicas. Os cabelos são lisos, curtos e negros. Sua pele parece que está sempre bronzeada da cor de pêssego maduro.
– Quem é aquela ali? Ela é bonita, tem um belo corpo… mas que roupas são aquelas!?? E que porra de penteado mais feio!

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O dotado do Carnaval

Oi meu nome é Renata loira de 44 anos,divorciada meus cabelos são compridos 1,73 de altura coxas razoavelmente grossas.
No Carnaval estavam bebendo bastante curtindo muito a vida.com um vestido preto de vadia,chamava muito atenção dos marmanjos principalmente por conta das minhas curvas.
Foram muitas investidas alguns até dançavam perto de mim,beijando meu pescoço dando cantadas mas,como sou uma mulher experiente Resistir as cantadas mais elaboradas. Até porque não tinha nenhum homem que fosse do meu interesse.

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Compulsão pra ser sodomizada

As amigas de Leilane estavam eufóricas e excitadas vendo os toyboys dançando por entre elas em suas minúsculas sungas. Se celebrava a despedida de solteira de Leilane ali na boite da Juju, um travesti quarentão.
Simone se afastou da algazarra e foi ter com a Juju no bar.
– Como vai, Dra. Simone! E que surpresa! Há quanto tempo a senhora não vem aqui! Seu drinque por conta da casa!
– Obrigada, Juarez… digo Juju! A Leilane casa amanhã. Tinha que vir lá da fronteira pra assistir a esse casamento. Vim no jatinho com meu marido pilotando!
– Aquele George Clooney!? A senhora sempre soube escolher os bonitões pra casar!
– Ah, qual´é! Jardel só tinha piroca! De aparência, nada!! O Artur é bastante atencioso e nenhum viciado em sexo como o Jardel! Além disso é muito mais prestativos na administração de minhas empresas! Eu o amo muito! Não serei o que faria sem ele!

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Troca-troca incestuoso

Embora ele fosse trinta e cinco anos mais velho, Leilane tinha uma compulsão desvairada pelo imenso e grosso penis que ela tenta engolir todinho, mas sem sucesso. Jardel é o dono dessa esplendida monstruosidade que se aloja dentro da boquinha da belíssima ninfeta de corpo escultural nos seus dezoito aninhos.
Leillane está noiva do jovem prefeito daquela pequena mas próspera cidade do sul de Minas.

A quilômetros dali, outro cinqüentão arfa e grune de intensa tesão, tentando penetrar mais um centímetro de sua língua no cusinho de Ylena. Ela está com dezenove anos e está noiva também.
– Aaaaiiimm! Mete agora, mete! Va…vam vamos fazer… pele com pele!

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Nanete, arrependida mas saciada

Nanete aparece de dentro do box, nua como antes. Suas grossas coxas brilham com a leve camada de suor devido ao estresse.

Ela tinha soltado os cabelos e seus esplendidos olhos azuis faíscam por baixo das grossas sobrancelhas negras.

Seus amplos quadris e as fartas e firmes nádegas compensam o pequenos volume dos seios, mas de grandes aureolas rosadas.
– Meu deus! Você está mais gostosa ainda! Você é uma maravilha!
– Bom… faça logo o que quer fazer…
– Aaaaaah, onde está a esposinha fiel? A esposinha que se sacrifica pelo maridinho, se submetendo a todo tipo de chantagem?

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O primeiro dono do cuzinho de Ylena

Lá estava eu com minha rolona brilhando fazendo um manso vai-e-vem no cuzinho daquela estupenda deusa!! Ylena tinha dezessete aninhos quando foi deflorada inteiramente por mim! Ela era uma mistura de uma mulatona cubana com um bielo-russo. Ylena tinha a pele clara, não tanto quanto o pai, olhos verdes magnificos, cabelos escuros e um corpasso de mulata!! Era a cópia fiel da atriz Veronica Zemanova, sem tirar nem pôr!! Passarei a chamá-la de Lena. Seu anus rosado, parecendo com seus lábios me sugava a rola com avidez. Eu apertava aquelas bandas de musculo gluteos e de vez em quando as separava prá ver minha tora sendo engolida inteiramente pelo cuzinho guloso de Lena, que arfava cada vez que entrava e saía!! Ela virava a cabeça tentando visualizar a sua enrabação!! Eu lhe disse

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Submetida pelo patrão do marido III

“ – O que estou fazendo!? Meu deus, estou agindo como uma rampeira! Não acredito que estou chupando um colega de trabalho de meu marido e ele está quase gozando na minha boca! E a iniciativa foi toda minha! Eu me sinto tão… tão culpada! Eu amo…amo muito o Afonso! Eu não deveria estar sentindo tal excitamento incontrolável por esse homem que me hipnotiza com essa rolona lustrosa e com as veias pulsando dentro de minha boca! Eu quero… eu quero engolir mais… cada vez mais! Mas, ela é muito grossa e só… só consigo ir até a metade!!”

 

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