Era uma sexta-feira calorenta. Mormacenta, abafada. Os pais de Cesar, há pouco, haviam ido para sua casa no litoral. Na mansão de dois andares, estávamos eu, Cesar, que consertava o seu carro e a doméstica, Karin, uma jovem de um corpo elegante e esguio. Tinha um rosto magro e ossudo, emoldurado por cabelos castanhos claros, que iam até metade de sua nuca, com uma franja, que lhe dava um eterno ar de marota. Seios grandes e uma pose de bailarina, com as costas completamente eretas, o que tornava seus seios ainda mais convidativos, por sempre estarem empinados.
Eu conversava com Cesar e o observava consertar seu automóvel. Mecânica era o passatempo preferido de meu amigo, desde a mais tenra infância. Com vontade de urinar, saí da garagem, passei pelo pátio, que um enorme pé de manga dava uma gostosa sombra. Subi os três degraus da cozinha e encontrei Karin lavando louça. Ela vestia um shorts muito curto e uma regata, que deixava à mostra a lateral de seus seios médios e duros. Era uma garota lindíssima, de 25 anos, que viera do interior há poucos meses para estudar à noite.