Tenho 30 anos, casado há 4. Tenho 1.84, moreno, olhos castanhos, corpo malhado, mas nao muito. Minha esposa é 4 anos mais nova que eu. Estou aqui para contar minha maravilhosa experiencia de infantilismo, que tive com minha namorada no feriado de carnaval.Nao publiquei antes por que nao estava seguro disso. Nao somos o casal perfeito, longe disso, mas quando o assunto é fantasias, somos como peças de um quebra-cabeça. Praticamos o sadomasoquismo há dois anos. sendo ela a submissa. Mas nesse feriado de pascoa, resolvemos fazer diferente.Eu já conhecia o infantilismo há algum tempo e sempre tive vontade de por em prática, mas tinha medo da reaçao dela. Mas um dia eu estava meio bebado e acabei tomando coragem, ela ficou confusa, achou um pouco estranho, mas disse que poderiamos tentar. Só de imaginar ela vestida de fraldinha, como uma criancinha, fiquei de pau duro. Eu nao me acho bonito, mas ela é maravilhosa, pele branquinha e lisa, o cabelo castanho, fica com vergonha facilmente e as buchechas ficam vermelinhas, ela seria a bebezinha perfeita. Para despistar a familia, falamos que iamos viajar.
Contos Eroticos Picantes
Transando no trabalho
Antes de eu me formar e trabalhar nessa empresa que estou hoje, eu trabalhava como secretária de um médico que tinha uma clinica na Vila Nova Conceição – SP. Bairro nobre da zona sul da capital. Às vezes quando estava pra fazer o fechamento do mês eu entrava mais tarde pra sair mais tarde (após o horário de atendimento, sempre era mais tranquilo trabalhar). Então quando a recepcionista se despedia umas 18h eu sabia que a clinica era só minha, então trabalhava tranquila até as 21h. Nessa época eu saía com um cara chamado Igor, ele era muito calmo, um pouco tímido e correto até demais. E sempre ia me pegar na clinica quando eu ficava até tarde!
Eu pedia pra ele subir e ele ficava me esperando na recepção assistindo TV.
Fiquei viciada em pau grosso
Após as experiências com homens de pau grosso, minha morena me pedia para buscar homens com esse atributo, para quem não lembra dela… morena, bronzeada, falsa magra, estilão menininha, voz suave mas um gemido gostoso que dependendo da estocada pode ser tornar facilmente um grito de prazer.
Nós sempre aprontávamos nas sextas à noite e em uma dessas estávamos lá postando fotos e então um rapaz solteiro chamou, perfil experiente, com respeito, foi nos envolvendo em uma conversa deliciosa, nos mostrou fotos e disse q estaria com tempo para um encontro, nos então aceitamos.
Como virei puta aos 18 anos
Bom… meu nome é Vivian, mas meus amigos me chamam de Vivi, tenho atualmente 21 anos, mas minha vida sexual começou apenas aos 18, sou branca, olhos castanhos voltados pro verde e meus cabelos são bem escuros, 1,60 de altura e 57kg, sobre meu corpo… digamos q sou abençoada kkkkk meus peitos são do tamanho q eu julgo perfeitos, grandes pra caber nas mãos de um homem de vdd e lindos, digasse de passagem, e minha bunda faz qualquer 1 ficar babando
Eu comecei a me tocar muito cedo, antes de dormir eu adorava deslizar meus dedos pela minha xotinha, eu delirava com a sensação, e achava q nd no mundo podia ser melhor do q aquilo, mas nunca coloquei os dedos por medo de sla, meus pais descobrirem ou algo assim, acontece q meus pais nunca se importaram muito cmg, então sempre fui muito largada pro mundo, e me achei sozinha com o tempo, e nesse tempo, toda noite me tocando, e mais tarde
Dando pro uber gostoso
Olá, hoje conto pra vocês quando eu dei pra um uber na porta de casa.
Um belo dia acordei atrasada pra ir trabalhar, levaria coisa de 30 minutos de metrô, mas não queria correr até a estação que levo 15 minutos andando. Custaria bem pouco de uber.
Chamei o uber e já fiquei na porta do prédio. Quando ele chegou não pude deixar de notar o quanto ele era lindo. Me apressei pra ir sentar ao lado dele e não no banco de trás como fazia sempre.
Que homem lindo, negro, grande, com lábios carnudos pedindo pra ser beijado. Estava vestido maravilhosamente bem.
Minha mulher me fudeu
O fato que passo a narrar, aconteceu já tem algum tempo.
Estava eu na minha oficina mexendo numas ferramentas, e tirando umas medidas em algumas madeiras para fazer um suporte para colocar alguns vasos e mais algumas coisas.
Estava uma noite bem quente, e eu tenho por hábito, até porque fico sozinho, fico vestido de adão, totalmente nu.
Som ligado, não ouvi a campainha tocar, e como era conhecido ela o mandou entrar e disse a ele, ele está na oficina, você sabe o caminho, e ele veio.
Tesão intenso no Metrô
Meu nome é Gabriela, tenho 28 anos com carinha de 18, pequena e magrinha, 1,53m, 45kg, pele bem clara, cabelos loiros escuros curtos e cacheados, olhos castanhos claros. Meus seios são pequenos, mas no lugar, e tenho uma bunda bem farta, assim como pernas grossas. Tudo bem proporcional.
Tenho um relacionamento de sete anos e moramos juntos há três. Temos a cabeça muito aberta e sempre falamos sobre abrir o nosso relacionamento, até porque ele foi a única pessoa com quem eu já transei na vida e a vontade de ter novos parceiros sexuais fica cada vez maior.
O consenso ao qual chegamos foi de não procurar esses parceiros, mas, no caso deles aparecerem, só confirmarmos se o outro aprovaria a aventura.
Fiquei excitada no trabalho
Oi, Tamires aqui novamente, estamos felizes com a quantidade de pessoas visualizando as histórias que decidimos compartilhar, Arthur e eu estamos escrevendo alguns contos mais longos e leva tempo até terminarmos e nosso antigo dono revisar. Por isso decidi escrever esse aqui menorzinho para não ficar sem nada por muito tempo.
Aconteceu logo depois da nossa primeira experiência, umas 2 semana depois, estava no trabalho e tinha virado rotina ficar lembrando da primeira sessão que tivemos, lembrar como tudo ocorreu me deixava extremamente excitada. Nesse dia acho que nosso dono estava sentido o que estava eu estava passando e me mandou uma
Dei pro taxista para pagar a corrida
Oi, é a Carlinha de novo.
O que vou contar hoje, aconteceu há alguns dias, vocês vão me acompanhar, em diversas etapas da minha vida, algumas vezes mais velha, outras vezes mais jovem.
Agora, sou uma mulher de 35 anos, e, quando isso ocorreu, eu estava atrasada para um compromisso.
Precisei pedir um táxi, e, quando fui pagar a corrida, me dei conta que não tinha como fazer isso, pois havia esquecido meu celular no trabalho.
Como precisava voltar para lá, daí a necessidade do táxi.