Eu sou Franciele, 1,56M , 52 KG , cabelos longos, peituda e bunda média bucetinha sempre depiladinha, 35 anos, casada há cinco.
Trabalho como atendente em uma farmácia, e meu marido é um homem bom, dedicado.
Mas há coisas que ele nem sabe.
Eu sou Franciele, 1,56M , 52 KG , cabelos longos, peituda e bunda média bucetinha sempre depiladinha, 35 anos, casada há cinco.
Trabalho como atendente em uma farmácia, e meu marido é um homem bom, dedicado.
Mas há coisas que ele nem sabe.
Vamos quem já leu meus contos eróticos já sabem que tenho dois comedores certo, o Ricardo e o João. Liguei para o Ricardo que tem mais tempo me comendo e pedir para arrumar mais um ou dois negros para me comerem junto com ele e o João.
Me chamo Alan e minha esposa Renata, tudo começou quando assisti um programa chama do swing achei estranho ver sua esposa sendo fodida por outro homem, mas acabei pesquisando e verifiquei q existe casais q fazem esta pratica, do nada comecei as sentir um desejo enorme em ver minha esposa sendo fodida por outro homem.
Em nossas transas comecei a falar q gostaria de ser corno, nunca imaginei q minha esposa fosse reagir tão mau e assim foi por um tempo.
Essa historia se passou faz mais ou menos um mês, estou contando agora porque ela recebeu mensagem do cliente marcando para que ela vá um final de semana com ele e sem mim, a Mariana viu pela primeira vez a Carolina garota de programa, já tínhamos falado e feito muitas coisas, mas essa parte ela ainda não tinha visto, ela perguntou …
Depois de uma semana q voltei de viagem, tudo ia normal até q uma noite meu namorado me liga, fala pra ir na casa dele pra conversar. Isso nunca tinha acontecido, gelei mas fui. Chegando lá ele fala pra eu entrar, estava com uma cara estranha, chegamos no quarto, ele fecha a porta e pergunta se tenho algo pra contar.
Não sei se dar o cuzinho é um defeito próprio de uma vagabunda ou uma deliciosa sodomia. O lance é que dando o cu me realizo e gozo como ninguém. E me parece, pelo menos é o que sinto, que a maioria dos homens adora a mulher que dá o cu sem frescuras.
A casa estava quieta naquela tarde quente de sábado. Eu tinha passado a manhã inteira mexendo na terra do jardim, suada, com as mãos sujas e a blusa colada no corpo. A calcinha já estava úmida de tanto suor e tesão acumulado, porque fazia dias que eu não conseguia tirar da cabeça o volume que via na bermuda do meu cunhado quando ele andava pela casa de cueca.
Todos nós temos aquele vizinho q não vale porra nenhuma.
Fofoqueiros, preconceituosos, q ficam espiando a vida dos outros.
Eu tenho um desses ao lado da minha casa e na casa da minha sogra não é diferente.
Fui convidado para um evento de lançamento do Cd de músicas de um amigo meu, e o local, o de teria um show e uma resenha com amigos era um pouco longe da minha casa.
Nessa época, eu estava com a carteira suspensa por causa de multas acumuladas e decidi pedir carona para um casal de amigos que moravam perto e eu sabia que também iriam nesse evento.