Acordei cheio de tesão hoje e resolvi escrever mais um conto, desta vez, rapidinhas com meu negão.
Tivemos muitas fodas, todas ardentes, umas bem demoradas, outras, rapidinhas, ou porque eu não podia demorar ou ele.
Acordei cheio de tesão hoje e resolvi escrever mais um conto, desta vez, rapidinhas com meu negão.
Tivemos muitas fodas, todas ardentes, umas bem demoradas, outras, rapidinhas, ou porque eu não podia demorar ou ele.
Eu e minha esposa sempre tivemos vontade de fazer sexo com alguém nos observando. Fazemos isso poucas vezes por ano e, normalmente, sou eu quem procura, escolhe e organiza tudo. Ela é extremamente tímida: leva meses para criar coragem e só consegue participar se beber antes.
Pela primeira vez pedi que ela tentasse procurar sozinha. Criou um Tinder e, depois de semanas de esforço, me mandou dois perfis. Não gostei muito de nenhum dos dois, mas, para não desanimá-la, aceitei conversar com o que eu menos tinha curtido: um rapaz de 27 anos, recém-divorciado, pai amoroso e fã de futebol. O outro era um psicólogo de 25 anos, mais “experiente” no assunto.
Eu sou a Vera e sou filha de japoneses, tenho os olhos puxados, uma pele linda e um corpo maravilhoso, sempre fui muito assediada e já recebi varias cantadas de amigos e até de parentes, eu sei que o que mais chama a atenção dos homens é a minha bunda, que é bem redondinha e arrebitada, todos dizem que sou muito gostosa, eu já tive vários namorados e hoje eu sou casada, com um rapaz bem novinho de apenas vinte e um anos, eu também sou muito novinha, mas apesar dele ser um homem novinho, ele é muito inexperiente em relação a sexo.
Ola pessoinhas a kelly voltou, axo que todos ja me conhecem neh, os que ainda nao teve esse prazer leiam meus contos anteriores ta. Entao vamos a mais uma historia bem legal que aconteceu comigo esses dias. Pra quem leu meu conto de quando fui com a Marina no sitio da minha prima Monica, viu que citei algo sobre a minha diarista, entao hoje vou apresenta-la. Seu nome e Paula, uma Bahiana, morena, 35 anos, mais ou menos 1.65 al. E 60kls.
Eventualmente nos reunimos em nossa casa ou na de amigos ou parentes. Como exibicionista sempre quis um sexo em público com minha esposa, ela mais restrita nunca deu um sim mas também nunca negou a possibilidade. Minha esposa apesar de duas gestações ostenta um belo corpo. Uma bunda grande e em belíssima forma, coxas grossas e seios pequenos bicudos com auréolas escuras e que visualmente continuam lindos, como já disse, apesar de duas amamentações.
Hoje a história é sobre o prazer do contraste e a alegria da troca. A minha Juliana e eu amamos a nossa vida aberta, e vocês sabem, a beleza do nosso casamento está na variedade e na cumplicidade.
Dessa vez, fomos para a nossa primeira experiência em uma casa de swing, e o que encontramos foi o oposto polar da minha pretinha gostosa.
Certo dia de manhã meu marido fala q deixou o dinheiro pra pagar o pintor e q ele vem receber depois, eu pergunto mais quando ele vem. Meu marido então fala ele vem depois do almoço já aproveita e pergunta a ele quanto fica pra ele pintar a lavanderia ele me fala. Eu falo ok.
Sexta-feira, cheguei em casa mais tarde do que o normal, mas meu marido nem se deu conta disso, pois estava vendo TV e assistia um programa sobre swing. Mal respondeu o meu oi, de tão interessado que estava no programa. Casais mascarados eram entrevistados e falavam sobre suas experiências. Não era um programa pornô, mas confesso que o tema era excitante, tanto que meu marido estava de pau duro debaixo do short que usava. Assim que o programa terminou, ele veio para cima de mim dizendo:
Apenas um relato da experiência de se libertar do ciúmes e aprender curtir o prazer de uma relação cúmplice. Em que ambos não precisam perder a safadeza da época de solteiros, mas melhor, agora um tendo o outro, ter uma esposa, marido, e amigo íntimo na mesma pessoa, uma raridade já que insegurança somada ao desejo de posse, castra maioria dos casamentos.